Produções 9º ano


O telefonema
Aluna: Brenda de Souza Rodrigues

O telefonema pegou-a de surpresa atendeu com impaciência, os olhos
presos a um livro que tinha nas mãos, uma história policial que não conseguia
parar de ler. Era bom está sozinha lendo aquele livro de suspense numa noite
de ventania, o sábado já estava quase no fim e ela ali, presa aquelas páginas.
O som do telefone era uma intromissão, um estorvo. Atendeu-a contragosto:
- Alô!
- Alô, Clara?!
- Sou eu, quem está falando?
- Sou eu a Fernanda.
- Ah! Oi Fê tudo bem? - perguntou Clara nem um pouco satisfeita.
- Tudo sim e contigo?
- Também...
- Iaí, vai à festa da Gabi?
- Festa da Gabi? É Hoje?!
- Sim daqui á pouco. Vamos?! - Fernanda toda animada convidou Clara.
- Não sei não Fê. Está ventando muito lá fora e eu não estou muito animada
não... - respondeu Clara sem nenhum ânimo.
- Ah! Então trate de se animar!
- Não sei não...
- Você vai me deixar ir sozinha? - perguntou Fernanda fazendo chantagem.
- O pessoal da escola vai está lá.
- Mas eu quero a sua companhia, amiga, vamos!
- Ta legal... Eu vou...
- Oba! Já é então!
- Você passa aqui em casa ás onze então?
- Passo sim! Meus pais estão viajando e o carro está aqui, então eu vou
dirigindo e sem hora para voltar para casa. Não é o máximo?!
- Sei lá... Olha lá em menina!
- Fica tranqüila. Vou desligar. Até ás onze! Beijão! - Fernanda encerrou a
conversa.
- Ok! Até! Beijão. – correspondeu Clara.
Ás onze horas:
- Bii! Bii! – buzinou Fernanda.
Clara sai de casa e entra diretamente no carro, cumprimenta a amiga e elas
vão conversando no caminho:
- Olha, eu só estou indo de companhia hein. Afinal, por que você quer tanto ir
nessa festa? - perguntou Clara.
- Ah! Pra pegar uns gatinhos.
- Mas você só pensa nisso Fernanda, não tem coisas melhores e mais
importantes pra pensar?!
- Em minha opinião não. Olha só, eu vou passar pela praça que eu marquei de
encontrar com uns colegas que eu conheci pela internet.
- Mas e a festa?
- Então, eles também estão de caro, aí eles vão me seguindo até chegar na
festa.
- Fernanda! Você nunca viu esses caras na sua vida e ainda vai leva-los de
penetra na festa da Gabi?
- Sim, qual é o problema?
- Tudo o que você está fazendo é o problema, não só em relação à festa da
Gabi, mas também em relação ao risco que você está correndo e ainda me
leva junto!
- Fica fria, não tem risco nenhum.
- Você é maluca! Só em pensar que esta hora eu poderia está sozinha em
casa lendo o meu maravilhoso livro.
- Chega Clara! Agora que chegamos na praça me ajuda a achar os garotos,
um está de camisa branca, o outro de camisa verde e o outro de camisa preta.
- Procura sozinha que eu já estou cansada de você.
- Achei! - gritou Fernanda entusiasmada.
Fernanda para o carro e ela e sua amiga Clara descem e cumprimentam os
garotos, um deles tira uma arma do bolso, aponta para as duas e mandam elas
entrarem no carro imediatamente. Elas entram e eles não paravam de falar:
- Otárias, vocês vão morrer, nós vamos matar vocês!
- Está vendo Fernanda, a culpa é toda sua! – gritou clara nervosa e chorando.
- Calma Clara, vai dar tudo certo. – disse Fernanda
- Cai na real Fernanda, já era eles vão matar nós duas e vão continuar
curtindo a vida. – disse Clara sem esperanças.
- Eu quero as duas caladas agora se não eu atiro! – disse o garoto que estava
dirigindo.
E a cada dois minutas elas começavam a discutir novamente e o garoto
toda hora se estressava. Quando de repente todos olharam para frente e vinha
um caminhão o garoto que estava dirigindo ainda tentou desviar, mas não
conseguiu.
Na segunda-feira o jornal estava anunciando a morte dos cinco jovens.



O gato mágico
Aluno: Wagner Fonseca

- Ai então, eu sonhei que tinha acordado. Mas continuei dormindo.
- Continuou dormindo.
- Continuei dormindo e sonhando.
Sonhei eu estava acordado na cama, e ao lado, sentado na cadeira tinha um gato me olhando.
Na hora que acordei, tinha um gato me olhando mesmo, mas não era só um sonho, era realidade também.
Esse gato era mágico, ele ia de um lado para o outro sem que eu visse, cada lugar que eu olhava ele estava lá. Ele começou a falar assim:
- Eu vim aqui para te salvar de uns magos do mal:
- Magos do mal? que estranho, isso existe ? Eu respondi.
- Claro, esses magos se escondem como eu me escondo, só as vezes que da para ver eles, eles se disfarçam de humanos, pode ser qualquer amigo seu ou ate da sua família. Disse o gato magico.
-Tá, então me fala como eu me livro deles?  Eu perguntei .
-Não da para se livra dele aqui no mundo real, só da para se livra deles no mundo mágico.disse o gato.
-Como eu chego ate o mundo mágico para se livra deles?,para eu voltar a dormir mais tranquilo. Perguntei ao gato.
-Você tem que ir ate o portal, que é na porta do parque, você tem que ir muito rápido se não o portal vai se fechar e esses magos vão ficar no mundo real para sempre.
DEREPENTE O GATO SOME.
Ela vai eu para o portal no parque ...
Quando chego lá esta todos o magos no portal só me esperando para eu os derrota-los.
Logos quando eu fui combate-los o gato estava em cima do portal, e me deu uma pedra muito poderosa ,e com essa pedra eu tinha que ativa-la para mandar os magos para dentro do portal de novo e nunca mais voltar para a terra. Essa pedra só é ativada com o poder da mente.
Lá fui eu tentar dormir...
Quando ele acordou do sonho que ele teve, ele viu o gato na cama e percebeu que tudo que ele viu ou fez era tudo um sonho. Ele disse :
-Nunca mais deixo meu gato dormir na minha cama.



O telefonema
Autora: Paula 


 

     O telefonema pegou-a de surpresa atendeu com impaciência, os olhos presos ao um livro que tinha nas mãos, uma historia policial que não conseguia para de ler. Era bom está sozinho, lendo um livro de suspense em uma noite de ventania; o sábado já estava quase no fim e ela ali, presa àquelas páginas. O som do telefone era uma intromissão, estorvo. Atendeu a contragosto.
- Alô!
- Boa noite. Meu nome é Aline  e sou da equipe da Rede Globo.
- Como assim?
- Thais você foi selecionada para participar do Big Brother Brasil 11.
- Ah! Jura!
- Entraremos em contato mais tarde.
Thais, eufórica deixa seu livro de suspense  de lado pra fazer suas malas. O telefone toca e Thais vai ansiosa atender.
- Alô.
- Olá, Thais aqui é a Aline estou ligando para avisar que foi um engano e que você não foi selecionada  para o BBB e sim a Talula. Desculpa-me pelo o incômodo.
Thais indignada pega seu livro, que tinha deixado de lado, retoma sua historia de suspense de volta a viver a sua vida normalmente. 



O telefonema
Autor: Bruno Coneglian Urbaneto










O telefonema pegou-a. Atendeu com impaciência os olhos presos no livro que tinha nas mãos, uma história policial que não conseguia parar de ler. Era bom estar sozinha lendo um livro de suspense numa noite de ventania. O sábado quase no fim e ela ali, presa aquelas paginas. O som do telefone era uma intromissão, um estorvo. Atendeu a contragosto; uma voz misteriosa dizia paginas assustadoras do livro. Ela ficou assustada, bateu o telefone e saiu correndo. Sem motivo algum voltou a ler as paginas “assustadoras” como dizia o telefonema.
   ‘...ela levou uma facada no peito...’
   ‘...corra, corra, vou te matar...’
   A garota não estava entendendo nada; após 5 minutos o telefone começou a tocar, desesperada correu para bem longe da ligação. E foi tocando, tocando aquilo já á irritava. Pegou o celular e ligou para a policia.
   Não demorou muito várias viaturas cercaram sua casa, os policias a chamaram e fizeram várias perguntas e o por quê? Ligou. Ela começou a se identificar.
- Meu nome é Jennifer e recebi ligações de alguém que não faço idéia quem seja, havia uma voz misteriosa.
- E Jennifer o que a pessoa dizia?
- Páginas aterrorizantes de um livro que estou lendo, ainda mais nessa noite sombria e os ventos que sopram minhas cortinas me dando mais medo.
- Vou verificar Jennifer
- Muito obrigada
Jennifer já achava que a história que lia estava se tornando realidade. No dia seguinte o policial voltou a casa de Jennifer; ela saiu rapidamente .
- Policial i ai descobriu?
-         Sim, mais você vai até dar risada mais pode pegar raiva de uma pessoa
- Quem. Diz Jennifer furiosa
- Sua vizinha doidinha.
- Quem? A Margarete
- Sim.
- Mais como ela fez isso?
- Dona Margarete viu você lendo essa história, que ela já tinha lido, ela só quis fazer uma brincadeirinha.
- Brincadeirinha ela quase me mato de susto, mesmo assim muito obrigada por me ajudar com tudo isso tenha um bom dia.
- Obrigado igualmente
Margarete estava espionando o ocorrido pela sua janela e viu que Jennifer não havia gostado nem um pouquinho; decidiu até mudar de casa.
Jennifer terminou de ler o livro mais jurou nunca mais ler livros de suspense ou terror.

   


O telefonema
Autora: Mayra Helena Almeida


   O telefonema pegou-a de surpresa. Atendeu com impaciência, os olhos presos a um livro que tinha nas mãos, uma história policial que não conseguia parar de ler. Era bom estar sozinha lendo um livro de suspense numa noite de ventania. O sábado já estava quase no fim e ela, presa aquelas páginas. O som do telefone era uma intromissão,um estorvo. Atendeu a contragosto.
   No primeiro instante nada se ouviu, apenas uma branda respiração, quando suas ultimas esperanças falharam e ela estava à posta a desligar o telefone uma voz soou.
   A voz, no entanto, trêmula, era sabidamente masculina, ao passo que do outro lado da linha esboçaram-se tais palavras. Te espero na estação Tiradentes, no entanto jamais perdoarei sua ausência. Eu te conheço tão bem que posso até mesmo sentir o seu rastro, e claro eu sei onde você mora Raquel!
   Raquel não sabia o que fazer diante daquelas palavras. A dúvida a perseguia e o tempo escorria assim como o suor em suas mãos. Duas hipóteses eram certas, a primeira hipótese era de extinto defensor, portanto ela jamais compareceria em tal encontro, pois implicaria em algo sério,um destino amargo,com final nos boletins policiais.
   Numa atitude pouco raciocinada, Raquel pega o seu casaco que está em cima de sua cadeira e sai em direção à estação Tiradentes. Um misto de horror e ansiedade espalhavam-se pelo corpo de Raquel, logo que levada pelo desespero ela não sabia o que a aguardava. O condutor do trem avisa os passageiros a chegada a estação Tiradentes.Uma dúvida abateu Raquel,onde e como encontrar essa pessoa? De costas para uma míngua de pessoas, levou um susto ao ver que a pessoa daquela voz intimadora  e irreconhecível, era de seu namorado que a aguardava com flores, e planejou toda essa simulação, pois sabia que sua namorada era fascinada por contos de suspense.