Produções 8º ano



O Pôr-do-Sol da Minha Vida

Autora: Laura Braga


Ivo viu a uva, eu vi a viúva. Ia passando na praia, vi a viúva, a viúva na praia me fascinou. Detei-me na areia, fiquei a contemplar a viúva.
Depois de certo tempo, pensei comigo mesmo, “porque eu não vou lá, e me apresento à moça?!”. E foi exatamente isso que eu fiz.
Eu fui ao seu encontro muito feliz, e quando cheguei lá não sabia o que dizer, como se eu fosse um adolescente. Então ela disse oi, e eu também disse, perguntei seu nome, ela falou que era Melissa, e eu falei meu nome também. Começamos a conversar, e sentados na areia da praia ficamos conversando até o pôr-do-sol chegar.
Eu disse para ela que o pôr-do-sol estava tão lindo, e ela me disse que estava lindo mesmo, então eu fui chegando mais perto e ela também, até que então nos beijamos. Depois ela disse que tinha alguma coisa importante pra fazer e saiu correndo.
Depois desse dia eu nunca mais esqueci a viúva, e todo dia eu ia para a mesma praia e, me sentava no mesmo lugar onde aconteceu o nosso beijo ao   pôr-do-sol mais lindo que eu já havia visto, na esperança de que ela aparecesse.
Passaram-se muitos dias, meses, até que eu pensei que tudo aquilo não tinha passado de um sonho, quando bateram na porta da minha casa, e eu fui atender. Para minha surpresa era a viúva, não havia entendido porque ela tinha ido até minha casa, quando ela começou a falar.
Pediu-me desculpas por ter fugido daquele jeito, mas que não podia ter nenhuma relação comigo. Foi ai que meu mundo desabou. Naquele instante meu chão tinha desaparecido e o ar havia ficado tão, mas tão difícil de respirar, que contei pra ela tudo que eu sentia. Foi ai que eu vi uma lágrima escorrer em seu rosto, então ela olhou bem fundo em meus olhos, como se estivesse dizendo que sentia o mesmo por mim.
Eu a convidei para entrar, nos sentamos no sofá, e ela me contou uma coisa que eu não podia acreditar. Ela me disse que tinha leucemia, e que não iria viver por muito tempo.
Então eu falei para ficarmos juntos até o terrível dia, e ela falou que iria pensar. Eu a levei até a porta e nos despedimos com um beijo.
No outro dia, ela foi a minha casa novamente, e disse que seria maravilhoso estar comigo, mas que não queria que eu sofresse tanto. Mas eu lhe falei que iria sofrer se não ficasse junto dela. E ela disse então que tudo bem.
Nós passamos dias indo para a praia ver aquele pôr-do-sol. Quando certo dia eu a pedi em casamento e ela disse que sim muito surpresa. O casamento iria ser daqui a um mês, porque não podíamos esperar muito tempo.
Faltando dois dias para o nosso desejado casamento, ela passou muito mal, e fomos rapidamente para o hospital. Passaram-se horas, quando o médico saiu da sala para fala comigo. Eu comecei logo a pensar no pior, mas o médico havia dito que foi apenas um susto e que daqui a algumas horas ela poderia ter alta e tudo ficaria bem, só teria que ter mais calma.
Nós saímos do hospital e fomos para casa.
Finalmente chegou o dia do casamento. Ela estava linda, e nós fizemos os votos e colocamos a aliança em nossos dedos. E saímos felizes para nossa lua-de-mel.
Assim que chegamos em casa ela passou mau novamente, e corremos para o hospital. Desta vez o médico disse que agora já era estado terminal, e que aquele era o momento para nos falarmos pela última vez.
Quando eu a vi comecei a chorar, mas ela disse que eu não tinha que chorar, que sempre estaríamos juntos não importa aonde. Ela olhou no fundo dos meus olhos e disse que quando eu olhasse para aquele pôr-do-sol, estaria olhando para ela, então ela disse, eu te amo. Suas últimas palavras para mim foram essas.
Hoje em dia, depois de muitos anos eu vou todos os dias para aquela mesma praia, e repito várias vezes para o meu pôr-do-sol. Eu também te amo pôr-do-sol.




 
                                    O sonho de rever sua mãe
Autor: Caio Gracco 

 Um dia estava caminhando ,vi um tunel fiquei curioso, Pois Queria saber onde daria fui caminhando e vi uma menina chorando Fui até ela e perguntei oque ouve menininha Ela me respondeu " Minha mãe entrou no tunel e não voltou mais!"Entrei no tunel para ver onde daria a menina me falou "meu nome é mariana viu
se você ver minha mae fala para ela que estou esperando ela aqui "do outro lado falei tá bom Entrei . Achei estranho pois vi uma luz no final do tunel Passei pela luz e vi uma fazenda fui andando e vi uma mulher ela gritou"Não passe não tem volta !! Passei e perguntei tem uma menina te chamando do outro lado ela estava chorando ai a menina passa pelo tunel ela ve a mãe dela e correu para ela abraçou ela e os 3 fizeram uma familia .Viveram felizes para sempre.


                                      Eu acho que era apenas um sonho...
 Autora: Beatriz Simões


-Ei gatinho! O que quer me dizer... Diga, sem problemas!
Para minha decepção ele miou, não disse se quer uma palavra. Então resolvi falar com ele pra ver se pelo menos um sinal me daria.
-Então, gatinho, o que você faz aqui? Precisa me dizer algo?
E continuou me olhando, como se quisesse me dizer algo,mas não podia. Porque será que ele não pode falar? Como sou muito curioso, resolvi tentar novamente:
- Ei! Será que dá pra me responder e me falar o que quer de mim?! Estou ficando com medo... DE NOVO! Olha só... Uma palavra apenas! Vai gatinho fala logo!
E então, para minha surpresa o gato resolveu falar:
-Olá! Meu nome é Salen, vim de outro mundo para avisar a você que futuramente terá problemas... O mundo mágico está atrás de você!
Eu indignado respondi:
-Mundo mágico?
-Sim! Aqui é somente um sonho, e pra nós desse mundo vocês são do mundo mágico, entendeu Senhor Cabeça oca?
- Cabeça oca? Olha lá hein Salen... Mal chegou aqui e já tá abusando!
O gato deu um leve sorriso, que provavelmente estaria zombando de mim. Depois disso tudo ficou preto e acordei!
-Bom dia filho!
-Bom dia mãe!
Saí de minha cama e fui direto para o banheiro fazer a higiene matinal. Com muita pressa pulei entro de minhas roupas e saí apressado para escola. Quando me deparo com o mesmo gato de meus sonhos:
- Salen? O que está fazendo no mundo mágico... Quero dizer... No mundo real?!
Salen ficou calado. Quando uma voz em minha consciência disse:
- Paulo, eu só falo no nos seus sonhos...
Assustado, retruquei:
-Hum... Quero só ver este problema que está por vir.
Eduardo um colega meu de classe me chamou para entrar no colégio, pois a aula já estava para começar. Acenei para Salen e fui-me embora. Não sabia que este problema estava tão próximo de acontecer. Saí tranquilamente de meu colégio quando topo com
Salen...
-Você de novo cara?O que é isso?Perseguição? Poxa, me deixa...
Salen, cabisbaixo foi embora. Cheguei em casa e fui para o meu quarto, deixei a porta entreaberta e adivinha quem aparece? O bendito do gato. Já estava furioso, quando resolvi ir dormir pra ver o que ele queria. Dormi e o encontrei novamente, só que desta vez no local de onde seria o tão falado problema. Quando acordei Salen me olhava torto. Quando exigi explicações do que estava pra acontecer.
-Salen... Amanhã vou pro Rio de Janeiro, e eu sonhei que o avião no qual estava dentro viria a cair.
Salen piscou pra mim e saiu andando. Resolvi conversar com minha mãe pra de qualquer jeito cancelar minha viagem... Mas não foi possível, tinha que ir amanhã num vôo onde estaria prestes a cair? Meu Deus! Que loucura. Então me coloquei de pé no dia seguinte e logo fui para o aeroporto, dei um forte abraço em minha mãe e disse que a amava. No dia seguinte ao vôo saiu uma matéria dizendo que o avião tinha caído e que tinham sobrevivido somente uma pessoa, eu! Na hora da trombada do avião no chão, abri minha mala e vi Salen, que dizia:
-Foi bondoso comigo, por isso irei ajudá-lo.
Salen me levou até minha casa em um passe de mágica! Chegando lá, minha mãe me abraçou e disse que iria rezar o terço para cumprir sua promessa. Então resolvi sair para passear de bicicleta na rua, só depois de muito longe de minha casa notei que estava no meio de um tiroteio. Salen me disse:
-Garoto, te guiei até aqui, pois coisas piores estavam por vir. Obrigado por tudo meu caro!
Eu assustado disse:
-Me ajuda Salen estou com medo de morrer!
-Foi exatamente por isso que lhe trouxe aqui! Para morrer!
-Como assim Salen me ajude!
-Já estou lhe ajudando garoto! Será melhor você ir pra outro lugar!
Tomei um tiro no meio de meu peito, uma dor imensa, e ainda consegui ver Salen se perdendo na escuridão da noite.



 
Uma caminhada nos becos da vida
Aluna: Beatriz Simões
Eram mais ou menos 22 horas quando fui para o ponto de ônibus, era escuro e muito frio. Estava retornando de minha faculdade, quando ouço barulhos suspeitos, não era ao alcance de meus olhos, mas sabia que era comigo. Curiosa, resolvi ir ver o que estava acontecendo, espiei atrás de um muro e vi que não era coisa boa.Na hora gelei. Voltei correndo para o ponto e logo atrás de mim havia 3 homens, no susto me virei e comecei a gritar. Um dos homens tampou minha boca, ou outro colocou uma arma em minha cabeça e o último homem me disse algumas palavras:
-Olha aqui, nós tá precisando de grana... Passa a bolsa, agora!
Uma lágrima de desespero escoreu em meu rosto, mas mesmo assim fui firme e dei minha bolsa. No dia seguinte, encontrei o homem no qual havia pedido minha bolsa estirado no chão. Como estou cursando medicina, resolvi examiná-lo. Achei um imenso corte em suas costas. Quando ele despertou muito assustado e me perguntando o que queria. Perguntei o que havia acontecido. Ele me disse que depois que roubou minha bolsa, o chefe da quadrilha deu-lhe uma facada e arrancou a bolsa de seus braços, disse também que havia pegado me u celular e minha carteira, então pedi que me devolvesse ambos. Deu um forte suspiro de arrependimento e fez um triste e breve desabafo:
-Quando tinha cinco anos, minha mãe me largou na rua sabe aí tipo, eu fui prum lugar onde me davam o que comer e um lugar pra dormir. Depois disso me mandaram embora de lá porque eu tava vendendo os móveis do lugar lá mano pra comprar droga, isso aí eu tinha uns 13 anos véi, e com uns 16 anos eu ganhei uma arma sabe? E tipo comecei a assaltar tudo quanto é lugar pra conseguir grana pra comprar os negócios lá... Manja?
Eu chocada com tudo aquilo que havia escutado, lamentei-me sua situação. E ainda me contrariava e dizia:
- Viu Anna, me desculpa por tudo tá?
Rapidamente continuei:
-Anna... Como sabe meu nome?
-Você é meu anjo da guarda.
Assustada, recuei, mas ofereci minha mão de apoio para levantar-se. Recusou o favor e me perguntou se havia algum lugar para morar. Fiz sinal de positivo com a cabeça e levei-o para o abrigo de uma colega minha. Deu-me um abraço e me deu um beijo na testa e disse:
-Não disse que era meu anjo da guarda?








O último sobrevivente
Autora: Wendy Takasawa



Três jovens chamados : Alexandre,Stefani e Liz iriam viajar para a Austrália.
Na noite em que iam viajar , Alexandre comprou um carro e fizeram uma festa de despedida com seus amigos .
Deu meia noite, os jovens já estavam colocando as coisas no carro e se despedindo do pessoal , afinal , eles iam passar dias dirigindo até a Austrália.
Horas depois , pararam em uma montanha para descansarem um pouco .
Quando iam voltar a estrada , o carro não estava pegando , tiveram que passar a noite lá , pois não havia nada e ninguém por perto.
Estava amanhecendo , quando Stefani avista alguma coisa se aproximando , então fala:
- Liz , Alexandre tem alguém vindo!
Os três saem do carro e gritam:
-Aqui! Aqui!
O caminhão para , desce um simples idoso e pergunta:
- Vocês precisam de alguma ajuda?
- Sim,  você pode nos tirar daqui ?
- Claro ,subam.
Os jovens sobem no caminhão e vão com o caminhoneiro .
Ben , levam-os para um acampamento velho e sujo.
Stefani,Alexandre e Liz se divertem a tarde inteira até escurecer.
Todos estavam muito cansados e foram dormir rápido.
No meio da noite , eles acordaram e viram que estavam presos.
Liz se soltou rapidamente e foi correndo ajudar a sua amiga Stefani , que estava toda ensanguentada   , as duas procuram por Alexandre e nao acham.
Então elas pegam o caminhão de Ben e saem imediatamente daquele acampamento.
Só que Ben estava correndo atrás dela com uma faca na mão.
Liz pede para sua amiga descerem do carro e empurrarem para despista-lo.
Só que elas não conseguem e acabam morrendo.
Enquanto isso Alexandre consegue sair e é salvo por um casal.




Dando valor a quem se ama
 Autora: Carolina Alcine
        Poderia começar contando essa crônica, sobre como a vida é bela, contar coisas boas, só alegria, mas infelizmente vivemos em um mundo que não é só feito de felicidade.
      Em uma noite de inverno, havia uma menina chamada Bianca, reclamava de tudo, e queria que tudo fosse do seu jeito, e esta completava 13 anos. Havia feito uma lista enorme sobre tudo o que queria ganhar, e entregou aos pais. Quando viram o tamanho da lista, logo se apavoraram e explicaram para a filha que não tinham condições de comprar, ela se irritou, xingou os pais e saiu de casa, foi até um parque e se sentou em um banco. Os pais ficaram chateados com a reação de Bianca, quanto mais faziam por ela, nunca estava bom, sempre iria querer mais. Logo ali perto, havia uma outra garotinha chamada Luana, que também completava 13 anos. Ela era muito pobre, e estava indo no mercado, quando decidiu parar e sentou no mesmo banco que Bianca. Elas se conheceram, e cada uma contou um pouco da sua história, até que Bianca pergunta:
 - O que você pediu de aniversário?
 - Nada, e você o que pediu? - disse Luana curiosa.
 - Dei esta lista de presentes para meus pais, mas eles me falaram que estava cara de mais, por isso estou brava!
  Luana pegou a lista e olhou horrorizada, tantas coisas que ela nem se quer sonhou em ter um dia. Depois disso, Bianca havia lhe perguntado porque ela não queria nada, e Luana foi logo explicando.
 - Decidi não pedir nada porque meu pai está com problemas de saúde, por isso precisamos juntar dinheiro. Amo muito meus pais, assim que eu sei que eles também me amam, por isso os respeito, você tem que dar valor a quem te ama, porque nem sempre eles vão estar aqui para te ajudar!
  Bianca logo repensou em tudo que havia feito com seus pais, chegou em casa e estes haviam comprado tudo que ela pedira. Ela se sentiu muito mal, por ter agido daquele jeito. No dia seguinte, Bianca recebeu a notícia de que o pai de Luana havia morrido, e esta estava aos prantos. Bianca pegou todos os presentes que havia ganhado e deu para ela.
  Muitas crianças reclamam com os pais, de que não queriam esses brinquedos, enquanto outras imploram por uma simples boneca de pano, ou um carrinho de plástico. Ou quando ficam emburradas, porque os pais apenas pedem para lavar o prato que sujou, enquanto outras lavam a casa inteira, e mesmo assim ainda permanecem calados, pois sabem a dificuldade que tem para viver!




A nadadora
Autora: Rafaela Rossi 








Era uma vez uma menina chamada Paula , e ela era muito boa nadadora .Certo dia ela e sua família resolveram se mudar para uma casa onde passava os feriados .Quando chegou lá ela olhou o belo lago que tinha em sua casa e resolveu nadar ,  mas seu nado foi interrompido por sua mãe , que pediu para comprar cebolas .Mas quando chegou no mercado , encontrou sua amiga Marcela  e se deparou com um belo garoto chamado Pedro que estava no mercado .O garoto cumprimento Marcela e Paula, e pediu para irmos a casa dele , beber e fumar um cigarrinhos , e elas aceitaram.Mas as pobres meninas não sabiam , que o tio Marcos  do menino  que morava com ele era bandido , e que já estrupou e matou várias meninas com seus dois compadres Betty e Jorge .


Estavam se divertindo , até que o tio Marcos chegar . Ele disse todos fora , mas o Pedro insistiu que elas ficassem, que eram amigas dele e que elas não iam embora ,então ele repetiu novamente  e disse o porque . Depois disso Pedro disse para as meninas irem embora , sem falar que elas estavam com medo depois daquela história . Mas Marcos impediu e disse , que agora que elas já sabiam teriam que matalas , assustada e com medo Marcela correu pro banheiro trancou a porta e tentou ligar para a polícia mas foi interrompida pois , conseguiram arrombar a porta e  pega-la .
Pegaram elas , e foram para o meio do mato , onde Marcela tentou fugir novamente , mas não consegui .


Percebendo que marcela poderia fugir , matou-a . O que deixou Paula  muito brava . Paula a atacou pelas costas ,com uma pedra , mas ele se defendeu e ela caiu no chão , onde ele a amarrou e a estrupou sem dó nem piedade .
Quando ele parou ela  tacou uma pedra sobre a cabeça de marcos que fez sua cabeça sangrar , e correu onde achou um lago e começou a nadar para fugir , mas Marcos lhe deu um tiro no pescoço e ela morreu.


Despreocupado  com nada Marcos e seu grupo , foram embora em busca de um apartamento , para ficar , e encontraram ,onde a moça deixou eles dormirem numa casinha pequena de hóspedes que tinha do lado de sua casa ,mas quando virão umas fotos na geladeira   descobriram que era o apartamento de Paula a menina que mataram , e tentaram fugir . Mas quando foram se despedir Paula estava viva e tinha um monte de carros de polícia do lado de fora , onde levaram o grupo pra cadeia, e Paula e sua família se mudaram para um hotel , até o apartamento ser vendido e eles comprarem outro , pois sua filha não queria mais ficar ali .











A inimiga da perfeição
autora: Mariana Kisse



          Fernando tinha acabado de acordar e estava atrasado, aliás, muito atrasado.Pulou da cama e saiu correndo. O executivo pegou sua escova de dentes automática, ligou-a e pôs na boca deixando-a trabalhar sozinha enquanto enfiava a calça.Ainda com a ecova azul pendurada no canto esquerdo da boca,foi colocando as meias, e não notou o fato de um pé ser marrom e o outro ser cinza.Depois que "socou" a meia nos pés, o jovem saiu correndo pelo corredor de seu apartamento até o banheiro, onde parou, abriu a torneira, jogou um pouco de água na boca, arrmessou a escova no armarinho, pegou sua maleta e foi embora praticamente levantando voo.
           Em torno de uns dez minutos, Fernando chegou no trabalho com a respiração ofegante.Deu bom dia á todos, inclusive para o seu chefe Calos, que pediu para conversar com ele:
          - Fernando, você é um excelente profissional, porém já e a quinta vez que eu te cobro e você não me trouxe o relatório.Assim como a papelada da mês passado que você só foi entregar anteontem...também com essa pressa toda, você acaba esquecendo de tudo, sem contar que vive atrasado.Lamento, mas está demitido.
           Fernando, indignado mas entendendo o ponto de vista do chefe, pegou suas coisas e saiu cabisbaixo perambulando pela rua, desta vez, sem pressa alguma.
           É, como diz o velho ditado:"A pressa é inimiga da perfeição".
 
A loja 
Autora: Maria Victória Rodrigues Campos 






Em uma loja de roupas, em São Paulo, aonde só ia pessoas com dinheiro, Paula estava na loja quando viu uma menina magra com uma roupa bem simples procurando algumas roupas. Paula logo pensou:
- Ela não dele ter dinheiro para pagar!
Então, Paula se aproximou da garota e disse:
- Olá, o que deseja?
- Oi, queria ver umas roupas para mim!
- Desculpe, mas acho que a senhora entrou na loja errada, as coisas aqui são caras.
-  Mas eu tenho dinheiro!
- Não o suficiente, por favor, retire-se da loja. Disse nervosa Paula.
A garota saiu da loja triste, mas o que  Paula não sabia era que a garota tinha, sim, o dinheiro para pagar qualquer roupa daquela loja
Não julgue ninguém pelas aparências!



Cuidado com o que fala
Autora: Amanda Colombo



Boris Bortolo, um italiano rico de 67 anos, acabara de sair do avião e aguardava sua mulher e seus filhos descerem para as melhores férias no Brasil.  Foram de carro até um dos melhores hotéis de São Paulo, localizado em uma rua movimentada, lá, se hospedaram no décimo andar.
             Conheceram muitas pessoas educadas e outras nem tanto, mas, indubitavelmente estavam amando o Brasil.
            Até que chegou um dia muito bom para Boris, ele completava 37 anos de casado com sua esposa. Bem baixinho, Boris resmungou: "Queria tanto que ela não estivesse aqui, assim seria mais fácil comprar seu presente", saiu do quarto e foi a várias lojas.
 
Quando chegou a uma de eletrodomésticos viu em uma das televisões: "Hotel em rua movimentada pega fogo e mata quatro pessoas, as outras conseguiram ir à cobertura e se salvaram. O motivo pelo qual as vítimas mortas não se salvaram foi que o fogo se alastrou rapidamente por aquele pedaço, e a porta de sua casa estava trancada com chaves por fora".
            Assim que Boris ouviu isso voltou pro hotel correndo e viu o décimo andar com muitas chamas, olhou para o bolso e viu as chaves, lembrou que deixou uma panela no fogo.
            Ouviu uma repórter dizer os nomes das vítimas mortas, era sua mulher e seus três filhos.
            Boris começou a chorar e falou: "Não! Hoje não! Eu quero morrer!". Ele andou pra trás e caiu na rua, foi atropelado por um ônibus e morreu na hora, sabendo que se pudesse teria tomado mais cuidado com o que fala.





A surpresa
Autora: Larissa Victorino



Era segunda-feira, estava começando a escurecer, quando a mãe de Carla deixou ela e suas amigas no cinema.
Com os ingressos já comprados pela internet, Carla, Isabela e Patrícia, foram entrar na sala, se sentaram bem no fundo, ao lado de duas mulheres que cochichavam.
O filme começou, passando 20 minutos as duas mulheres saíram, depois de um tempo a luz se apagou e acendeu. Assustadas Isabela e Patrícia notaram que Carla havia sumido e começaram a gritar, contaram ao segurança e seu colega de trabalho avistou duas mulheres e uma menina, com as mesmas características de Carla, que chorava. Avisou o segurança que estava com as meninas e mãe de Carla e muito inocentemente foi perguntar por que a menina chorava. Sem ligar muito para a pergunta respondeu:
- Ela queria uma boneca e eu disse que não iria comprar.
O segurança assentiu. Então a mãe de Carla a avistou e sem se conter gritou:
- Minha filha!
As duas mulheres pegaram Carla no colo e saíram correndo com os dois seguranças atrás. Depois de muito correr eles finalmente as alcançou. Pegaram Carla, mas infelizmente as mulheres fugiram.
Carla ainda muito assustada contou:
- Elas queriam me sequestrar e se eu não me comportasse ficaria sem comida.
- Fique tranquila - disse um segurança – elas não vão mais incomodar.
E assim Carla, a mãe e as amigas foram tranquilamente para casa.